terça-feira, 1 de junho de 2010

Comidinhas # 1.


Inauguro aqui mais uma seção no blog, aonde vou falar sobre comida. Sabe como é, a gente vai ficando velho e aí surgem outros interesses e um dos que me deixam mais empolgados de uns tempos para cá é COMIDA gostosa. Sempre quando estou andando por aí fico atento para as portinhas que possam vender os mais deliciosos quitutes e foi assim que descobri a Doceria Côco, Cravo e Canela, numa esquina de Pinheiros, tradicional bairro da zona oeste paulista. Apesar de não ser fãs de doces, entrei mesmo assim pois vi na vitrine que eles também ofereciam salgados. Desde pequeno passo em frente essa doceria, mas nunca tinha entrado, provavelmente por pensar que só serviam doces. Mas que vacilo. Só de pensar que passei minha vida inteira sem saber da existência dos salgados, em especial da magnífica EMPANADA, fico meio triste. Mas que nada. Pretendo ir lá sempre daqui para frente.

Essa belíssima foto acima quem tirou foi o Robson, que foi lá depois que comentei sobre a doceria e a empanada numa lista de discussão que faço parte. Ele escreveu: "Essas são as famosas (e deliciosas) empanadas da tradicional Doceria Côco, Cravo e Canela que fica em Pinheiros há 35 anos. Com recheio de carne e uva passa é irresistível. Estive lá hoje. O lugar é bem pequeno, mas aconchegante e com muita coisa deliciosa pra se provar. Recomento fortemente.".

Sou fã de empanada. Em São Paulo sou freguês do Empanadas Bar, na Vila Madalena. Sempre vou lá para assistir jogos do Corinthians, beber algumas cervejas e comer as ótimas empanadas, talvez as mais famosas da cidade. Outro lugar aonde servem uma ótima empanada é no restauranre chileno El Guaton, também em Pinheiros. O lugar é bastante agradável para comer, beber e bater um papo. Mas de todas, a melhor mesmo é a da Doceria Côco, Cravo e Canela. Quem diria!

My Bloody Valentine.


My Bloody Valentine | The Man You Love To Hate Live K7 | Amigo | 1985

Esses dias tava na casa do camarada Junior (do Asobi Pub) e ele colocou esse registro ao vivo do My Bloody Valentine, de 1985, com a primeira formação da banda. Pedi para ele me enviar o arquivo, pois fiquei bastante interessado. Dias depois ele enviou e ainda escreveu: "Apesar da gravação ser ao vivo, este é um registro de algumas canções perdidas do MBV que considero um prato cheio, somente para fans de carteirinha, pois tem que prestar um pouco de atenção para ouvir as lindas melodias de Man You Love To Hate, Inside Out e Green Eyes nas guitarras de Kevin com os berros ensurdecedores de David Conway." Tem quatro canções que continuam totalmente inéditas até hoje.


Todo mundo sabe que o My Bloody Valentine já teve sua fase pós-punk-meio-gótica né? Pois esse show é dessa fase.


No arquivo tem scans de todos os encartes e tal. Muito bacana. Nesse link você tem mais informações sobre essa K7.

domingo, 30 de maio de 2010

Ciao Bella.


Ciao Bella | 1 | March | 1997

Comentaram sobre esse disco no blog Take The Pills (que aliás anda numa fase muito boa) e lembrei que eu tinha ele em algum lugar da prateleira. Foi legal resgatar o CDzinho, pois fazia uns bons dez anos que não ouvia Ciao Bella, uma banda californiana que fazia um guitar pop que pode ser descrito como o cruzamento de Supergrass com The Apples In Stereo. Esse é o único disco deles, descrito pelo All Music Guide como um "major pop underground favorite".

Top Surprise.


Top Surprise | Everything Must Go EP | Pug | 2010

Essa banda de Juiz de Fora, MG, já estreia em grande estilo: uma K7 produzida pelo Lê Almeida e lançada pela Pug Records. São sete canções que resvalam no guitar pop clássico, mas adicionando elementos do lo-fi e muito noise nas guitarras, sempre no limite entre a pura microfonia e os acordes clássicos do rock'n'roll. Pense em Verbena, Guided By Voices e Sebadoh. O formato em fita cassete não poderia ser melhor escolhido.


A Pug Records tá fazendo um trabalho de dar água da boca. Além de lançar as próprias K7s, também distribui fitinhas de outros selos, colocando o Brasil no mapa da cada vez mais crescente cena de selos e bandas que lançam canções lo-fi em K7. Vou ver se um dia escrevo sobre essa cena, mas por enquanto clique aqui e veja o catálogo de distribuição da Pug. Tá bastante em conta as fitinhas, vale a pena adquirir algumas!


Fitas K7: o futuro da boa música.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

14 Iced Bears.


14 Iced Bears | In the Beginning | Slumberland | 2001

Esse CD compila os três primeiros singles 7" do 14 Iced Bears (lançados entre 86 e 88), além de Peel Sessions, versões demo e ao vivo. Ao todo são 22 canções que captura a banda em sua melhor fase. Uma das melhores da geração Class of 86, foram citados na clássica "Twee" do Tullycraft e o Aislers Set fez cover de "Balloon Song" em seu ótimo segundo álbum de carreira. Não é pouca coisa.


No encarte acima encontramos as capinhas dos singles e todas as informações de cada uma das músicas presentes no CD. Em "Cut", minha predileta, no refrão encontramos a ótima letra "Don´t call me ever again, I think I've lost my only friend, a friend that happens to say that she loves me". Sempre canto junto.


Foto presente no encarte.


Artigo publicado no Fanzine Esquizofrenia # 9, de julho/2002. Espero que esteja legível para uma agradável leitura.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Fanzine Esquizofrenia # 17.


Essa é a capa da edição # 17 do Fanzine Esquizofrenia, editado em novembro de 2005. Tem um monte de coisas legais nessa edição, sendo que os destaques são uma entrevista com as Pipettes e um conto auto-biográfico sobre o assalto que sofri em Londres na época. Reli esse conto hoje e achei legal, então resolvi escaneá-lo para colocar no blog. Segue abaixo, espero que esteja legível para todos lerem.





Essa é a contra-capa. Tanto ela, quanto a capa, lembra a obra "Sixteen Jackies" do Andy Warhol, não? Na época nem conhecia... aliás, só vim conhecer na exposição dele que vi na Pinacoteca semana passada. Fiquei emocionado.


Aí está alguns dos fanzines que eu tinha em catálogo na época. Hoje em dia estão todos esgotados e não tenho como tirar novas cópias, pois ano passado meu irmão mais novo pegou todos originais para fazer um artigo e perdeu tudo. Sério. Eu procuro nem pensar muito sobre isso, pois sempre fico deprimido quando lembro disso.

sábado, 22 de maio de 2010

Fair Ohs / Spectrals.


Fair Ohs / Spectrals | Split 7" | Tough Love | 2010

Antes de mais nada quero agradecer Camila WeePOP! por ter me enviado esse disquinho que tanto procurei. Me apaixonei por Fair Ohs quando vi o show, os caras tocaram descalços e o baixista, um gordinho de barba cheio de tatuagens, usava uma camiseta verde da Minnie. O vocalista tava com uma do Megadeth. Fala sério uma coisa dessas né? Quando vi eles ali no palco já sabia que ia adorar a banda. No primeiro acorde eu já tava pulando de felicidade. Show bem gostoso pra dançar. Filmei uma música, qualquer dia coloco no YouTube. Tirei umas fotos também, olhem só:


Megadeth! Eu tenho uma do Morbid Angel guardada até hoje, vou usar qualquer dia.


Para completar, os caras tocam pulando o tempo todo.

O som dos Fair Ohs é, como dizem no MySpace, "like Paul Simon but...you know....punk". O show é puro suingue barulhento, uma delícia. Achei um vídeo do show no YouTube, dá para sentir o drama. Cliquem aqui.

Foggy Glasses # 75.


Taí a relação do que toquei ontem. Melhor de tudo foi o Jair, do Fellini. Depois que toquei Pelvs ele apareceu e perguntou "cara, o que você tocou antes dessa?"

"Pelvs"

"Pelvs?? A banda do Rio de Janeiro? Nossa meu, a gente já tocou com eles!"

"É essa mesma"

"Nossa, eles abriram pra gente!"

"Vc pensou q era banda de fora?"

"Pensei! Puta música meu!"

the waterboys - the whole of the moon
god help the girl - funny little frog
snowblind - easy girl
camera obscura - the sweetest thing
would-be-goods - the camera loves me
je suis animal - the mysterie of marie roget
10,000 maniacs - candy everybody wants
saint etienne - people get real
stars - my favourite book
pipas - barbapapa
gloria scott - (a case of) too much lovemakin
the colourfield - thinking of you
pelvs - even if the sun goes down (i'll surf)
ride - from time to time
the wild swans - northern england
cinammon - maybe in the next life
allo darlin' - henry rollins don't dance
ivy - digging your scene
teenage fanclub - the concept
pale fountains - thank you

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Foggy Glasses # 1.


Galera, vou começar a organizar shows em São Paulo. O nome da produtora é Foggy Glasses e qualquer dia vou escrever mais sobre o assunto, mas por enquanto fiquem com o primeiro evento, que vai acontecer dia 4 de junho. Compareça! Vai ser feriado prolongado, portanto caso não more em São Paulo, aproveite para ver o show e passar uns dias na cidade.

Foggy Glasses apresenta:

LÊ ALMEIDA - 1:00 h

Pela primeira vez ao vivo em São Paulo, o carioca Lê Almeida celebra bandas ícones do lo-fi, como Guided By Voices e The Apples In Stereo, mas com aquele tempero nacional que lembra consagradas bandas do indie carioca, como Pelvs, The Cigarettes e Second Come. Com um compacto em vinil 7" e diversos EPs em CDr caseiros na bagagem, Lê Almeida é diversão garantida para amantes da boa música despretensiosa.

FOTOGRAMA - 00:00 hs

Percorrendo os caminhos do folk rock de Fairport Convention e Donovan, mas adicionando influências da música brasileira, em especial o Clube da Esquina de Milton Nascimento e Lô Borges, o Fotograma lançou elogiado álbum de estreia ano passado e para esse show prometem hits do mesmo, como a excelente “Anda, Corre, Voa!”, além de novas canções que serão tocadas ao vivo pela primeira vez.


YOUR FAVOURITE SONGS - 23:00 hs

Uma das melhores bandas de indiepop do país, o Your Favourite Songs abre a noite com singelas canções que lembram The Softies e The Legendary Jim Ruiz Group. Formada por Fernando a Selene Alge (pai e filha), nesse show a banda conta com a participação de um baterista e lança oficialmente o tão esperado primeiro EP. Chegue cedo, não perca essa ótima revelação paulista!

DJs: Babee, Klaus e Gilberto Custodio

Dia 04/06 - sexta-feira
Livraria da Esquina
Rua do Bosque, 1254 - Barra Funda
Tel: (11) 3392-3089

Porta: 22h / Shows: 23h (pontualmente)
Preço: 10 reais

Flyer: Laurindo Feliciano.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Messias no Studio SP.


Amanhã, em São Paulo, tem o show do Messias no Studio SP, de graça. Começa pontualmente as 22 horas. Estarei lá na frente do palco a partir das 21:30, pois estou muito ansioso para ver esse show. Para quem não sabe, Messias era vocalista do brincando de deus, uma das melhores guitar bands do país nos anos 90. O show de amanhã é o primeiro de sua carreira solo na cidade. Ele acaba de lançar um CD triplo, que estará a venda no local.

Mais detalhes no site do Studio SP ou no próprio site do Messias (aonde dá para fazer download do álbum). Show dele em São Paulo, coisa bem rara de acontecer, portanto imperdível ao quadrado!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Festa City Girl.


Um tempo atrás criei a festa Splashdown para tocar somente indiepop. Foi bastante divulgada no blog, alguns devem se lembrar. Mas ano passado ela terminou bruscamente pois o Asobi Pub (bar aonde a festa era realizada) teve que fechar as portas, por causa de uns problemas com essa maldita prefeitura Kassab. Ninguém nem merece saber os detalhes... enfim, fato é que a festa deixou alguns órfãos. Dentre as quais temos a Fabiane, que marcava presença em todas edições da festa, sempre participando ativamente. Virou uma grande amiga. Hoje em dia ela comanda a festa City Girl, no Café Elétrico, junto com o Marco, que nos anos 90 tocava no ótimo Old Magic Pallas. A proposta da festa é parecida com a Splashdown, se bem que um pouco mais abrangente e com o diferencial que boa parte da discotecagem é feita com compactos de vinil.

Semana retrasada estive presente, sentado numa mesa tomando cerveja, comendo crepes e ouvindo só boa música. Tocaram um monte de clássicos! O Peter Hahndorf estava comigo. É dele o site Twee.net, o maior portal de indiepop da Internet. Ele ficou emocionado. Ficava super empolgado tentando advinhar o que tava tocando. Acertou quase todas. Foi muito divertido. Aí a Fabiane e o Marco me convidaram para tocar umas músicas na próxima edição da festa, que vai acontecer essa sexta-feira. Então é isso, vou escolher as melhores canções indiepop para tocar no Café Elétrico, enquanto as pessoas conversam, comem e bebem uma cervejinha. Também vou estar disponível para abraços e beijos de quem não me vê faz tempo. Tá feito o convite! Chegue cedo. Abaixo algumas fotos da City Girl, com destaque pros amigos!


Eu de costas e o Peter Hahndorf, que não acreditou que tocou três músicas com a voz de Debsey Wykes, do Dolly Mixure e Birdie (os DJs tocaram ambas). Quando começou Saint Etienne com "Who Do You Think You Are" ele ficou de cara. "Nossa, outra com a voz de Debsey Wykes!!". É Peter... quem sabe, sabe.


A Fabiane, já citada no post.


O Marco, também já citado no post.


Aroldo, um dos donos do Café Elétrico e grande fã de indiepop.


A Fabiane e a Dina, mulher e sócia do Aroldo. Ela também adora indiepop!


Alguns dos compactos que rolam na festa


Esse é o Junior, ex-propietário do Asobi Pub. Linda camiseta homemade do Pains of Being Pure at Heart!


A Mari e Luiz Claudio, o casal do Fotograma e grandes companheiros! Sempre marcam presença nas festinhas.


Mari e Luiz Claudio e na direita a Regina e o Barbosa! É nessa mesa que eu sempre sento. :-)


O Malka, a Karen e o Bertolino. Sempre estão nas festinhas também!


O Pedro Damian, no blog Shoegazer Alive. Esse é presença garantida, sempre quando discoteco ele faz questão de marcar presença!


A Fabiane e o Plínio, que era DJ do Espaço Retrô nos anos 90 e uma de minhas maiores influências!


E mais uma da Fabiane pq ela merece.

E aí, vamos? Veja o evento no Facebook e marque presença! Mil desculpas para quem ficou de fora. Sei que tem vários amigos que sempre estão nas festas, mas não achei foto de todo mundo né? Vamos tirar foto nessa sexta! A festa é de graça e o endereço você encontra aqui. Mas fique atento: ela começa cedo e termina cedo.

domingo, 16 de maio de 2010

Loop.


Loop | The World In Your Eyes | Reactor | 1987 / 2009

Part 1
Part 2
Part 3

Lançado originalmente em 1987, esse é o segundo álbum do Loop, banda que influenciou todos os shoegazers e fazia um som baseado em repetição e distorções de guitarra. Canções bastante hipnóticas e que soam atuais até hoje. Essa edição em CD saiu ano passado, contém 3 discos e diversas capas. O primeiro é o álbum original com algumas faixas bônus, o segundo contém raridades como a cover para "Pink Moon" do Nick Drake e "Mother Sky" do Can. O terceiro contém mais raridades e faixas gravadas ao vivo. Veja a relação de todas as faixas aqui. Abaixo fiquem com todas as capas. Um agradecimento especial ao Fernando Naporano por ter emprestado os discos.





sexta-feira, 14 de maio de 2010

Lulina.


Lulina | Cristalina | YB | 2009

Ontem fui assistir o show da Lulina no auditório do SESC Pinheiros e foi muito bom, o melhor show que já vi dela (e olha que já devo ter visto uns dez). A banda atualmente conta com músicos excelentes e parece estar muito bem entrosada. Ano passado resenhei o disco dela para revista +Soma, leiam abaixo o que escrevi:

"Ouvir as 18 faixas de “Cristalina” é embarcar numa curiosa viagem ao mundo de Lulina, também conhecido como “Lulilândia”. Difícil ficar indiferente. A imersão ocorre quase sem querer. Quando se dá conta, o ouvinte se pega sorrindo ao escutar as letras, batendo o pé ao ritmo contagiante das canções e sentindo um friozinho na barriga por causa da voz suave de menina, que conquista até o mais duro dos machões. O álbum, apesar de altamente psicodélico, seja pelas letras surreais ou pelas texturas sonoras pouco comuns, não demanda grande sacrifício para ser compreendido, pois é pop na essência. Composto por rimas fáceis e acordes simples de violão, além de referências que passam por Júpiter Maçã, Pato Fu, Os Mutantes e até mesmo Raul Seixas, o álbum flui sem maiores solavancos, com direito a vários momentos geniais, boas sacadas e inteligência ímpar. Lulina, alcunha de Luciana Lins, pernambucana de Recife radicada em São Paulo, lançou quase uma dezena de discos caseiros distribuídos em CD-R antes do álbum oficial, uma compilação das melhores canções dos discos anteriores, agora gravadas de forma mais profissional, daí o título “Cristalina”. Apesar de um tanto longo, percebe-se que o trabalho foi dividido em duas partes: a primeira, que vai até a nona faixa, aposta nas canções mais fofas e folclóricas de Lulina, enquanto o restante segue uma linha mais ácida, permeada por uma fina ironia. São dois lados que se completam, fazendo desse álbum um dos grandes destaques do ano."

Segundo ela me disse ontem, esgotou a primeira tiragem do CD, de 1000 cópias, mas semana que vem deve chegar nas lojas a segunda, mais 1000 cópias. Não deixe de comprar esse disco, pois é ótimo, recomendo mesmo.



Recentemente a Lulina fez alguns shows nos Estados Unidos e num desses, em Olympia, quem fechou a noite foi o The Hive Dwellers, que contou com a participação do mestre Calvin Johnson. Lulina trocou várias ideias com o big boss e ainda tirou essa foto acima. Muito legal! Se eu tivesse tempo, com certeza sentaria com Lulina em algum bar para uma entrevista / conversa, pois ela tem várias boas histórias para contar. Vamos ver se um dia rola!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Vídeo da Semana # 67.



Tender Trap, "Girls with Guns"

Vídeo feito de forma caseira para o novo single "Girls with Guns" (download aqui). Indiepop agitado, eu gosto! Tive a sorte de ver dois shows do Tender Trap em Londres e a banda é realmente muito boa, passei a gostar ainda mais, principalmente ao descobrir que a Elizabeth do Allo Darlin' toca guitarra na nova formação - não sabia antes de vê-las subir no palco.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Bert Jansch 3.


Bert Jansch | A Rare Conundrum | The Famous Charisma Label | 1977

E aí está o disco que fecha a trilogia The Famous Charisma Label. Poderia escrever bastante sobre Bert Jansch, mas hoje estou bem cansado. Fica para outra hora. Espero que curtam os discos. Gostaria de agradecer ao Fernando Naporano, por ter me emprestado os CDs.

Bert Jansch 2.


Bert Jansch | Santa Barbara Honeymoon | The Famous Charisma Label | 1975

Nesse segundo álbum que Bert Jansch lançou pela The Famous Charisma Label temos um som mais upbeat, mas mesmo assim a melancolia permeia por todas as canções.



Fotinha do encarte.

Bert Jansch 1.


Bert Jansch | L.A. Turnaround | The Famous Charisma Label | 1974

Bert Jansch, mais conhecido por ter tocado no Pentangle, é um dos grandes nomes do folk psicodélico britânico de todos os tempos. Em carreira solo lançou diversos discos desde o começo dos 60's, mas nos anos 70 assinou com The Famous Charisma Label e lançou três de seus melhores álbuns. Esse LPs continuavam inéditos em CD até ano passado, quando foram relançados com bonus-tracks e um encarte legal, com textos e fotos como essa abaixo.



Se você curte Nick Drake, Fairport Convention, os grandes momentos de Donovan, pode cair de cabeça nesses álbuns que tenho certeza que não vai se arrepender. Na edição em CD tem um documentário sobre a gravação desse disco, filmado na época. Fui procurar e achei no YouTube. Recomendo muito!

Parte 1
Parte 2
Parte 3